Entre tragos

tragos e estragos      Drogar-se de poesia
E compreender que um trago de fumaça é
Apenas um trago de fumaça.

Consumir-se nos tragos da vida,
Bastante seria se o conteúdo da fumaça
Fosse o mesmo que as chaminés espirram.

Viver é dissolver-se aos momentos,
E não entregar-se aos tormentos
Esquecer os malditos lamentos
Sabendo que o trago, salvo do estrago,
E o amor, não salvo da dor, são os melhores vícios.

Bruno Silva

4 comentários:

Nathy disse...

Gostei de sua analogia. Sempre arrasa na escrita.

Beijos! ;)

garoto cientista disse...

Adorei o poema, parabéns, muito bom!

tamy disse...

Nosssa...gosteii muiito.tah de Parabéns,continuee sempree assim!!

So-letra disse...

very good.
Parabéns!

Beijos amore